A gente sempre sabe quando um ciclo acaba, difícil é querer adaptar-se ao novo ritmo. A gente acaba se adaptando a aquilo que nos fez feliz por um certo tempo e nos cegou para outras fontes de felicidade. Fato é que o ser humano prefere sofrer e continuar confortável pra depois, depois de todas as lágrimas já choradas, partir pra algo melhor. Eu sempre me manti longe das correntes que nos prendem a toda e qualquer coisa. Eu sou livre como a borboleta que eu tatuei no meu ombro. Se não está mais rolando, vou pra bem longe. Se me faz mal eu dou adeus, sempre fui assim. E me orgulho de ter passado por bons e maus bocados e ainda ter toda a essência que eu quis pra mim. E me orgulho de ser quem sou, de estar onde estou, me falta muita coisa, mas eu mesma busco. A minha vida sempre foi marcada de alegria, nos ciclos bons e ruins. Os problemas nunca me faltaram, assim como o bom humor sempre esteve presente. Eu sou assim, livre, leve, sorriso na boca e coração em paz, sempre. Por que só assim eu consigo funcionar. A vida é pra isso, pra ser feliz. Sempre.
Gestão de Pessoas – Idalberto Chiavenato
1 dia atrás